Sua forma de pensar, constrói a sua realidade.

 

O primeiro passo para que as mudanças aconteçam é saber que podemos realizá-las. O segundo passo é desejarmos que as mudanças aconteçam. O terceiro, é agir para que as mudanças sejam implementadas.

Para quem estuda um pouco de neurociência, sabe que o nosso cérebro é formado por conexões neurais e essa estrutura neural é que possibilita a ação. Fisicamente o corpo é coordenado pelos comandos mentais.

Nós construímos durante a vida, uma malha neural dentro de padrões mentais, formados por nossos próprios paradigmas. Depois de ter acesso às descobertas da Autosofia, nós descobrimos um novo modelo mental que invalida muito da malha que havíamos construído anteriormente.

É importante reconhecer que a descoberta de um novo paradigma não é capaz de tirar automaticamente a malha anterior da atividade, pois ela continua ativa. Precisamos trabalhar quase artesanalmente na construção da nova malha e enquanto estamos construindo a nova malha, a velha malha continua ativa e nesse momento existem duas conclusões conflitantes convivendo simultaneamente.

Haverá momentos em que na consolidação da nova malha mental, a antiga forma de pensar, ou seja, a velha malha mental, vai se manter ativa e até mesmo se sobrepor a essa nova malha. Nessa hora temos que nos manter resilientes e conscientes do que o processo de criação da nova malha requer.

Mesmo desejando um determinado objetivo, nossas antigas crenças nos levam a agir seguindo os velhos padrões mentais e por consequência, a obtermos os mesmos antigos resultados. Na construção da nova maneira de pensar, temos que agir conscientemente, questionando os velhos padrões e reafirmando a nova malha mental; essa criação consciente nos encaminhará aos resultados que desejamos.

João de Deus Gonsalves

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